POLÍTICOS GATOS: SOLTEM OS CACHORROS NELES!

9 09 2008


Neste sábado, dia 06 de Setembro, estive em Tucano, minha terra natal, reunidos em uma pizzaria, onde entre pedaços de pizza com amigos, conversamos sobre política. Todos foram unânimes quanto ao mau caráter de alguns políticos, que não passam de atores no palco político nacional. Entre várias perguntas o Antonio, garoto franzino e competente, soltou o verbo:
     – Zorra ! Não agüento mais ver tantas CPIS, acabando em pizza.
     – É…. Tem razão Antonio, mas o que há de se fazer?  É prudente e necessário apurar os fatos, ainda que tudo termine em pizza. Completou com a boca cheia Ana Maria.
     -Ta legal, mas já que vão torrar nosso dinheiro deviam punir severamente todos os políticos mau caráter que usam o cargo em beneficio próprio. Arrematou Márcio.
    
 -Calma gente!… É verdade que eles lá estão para trabalhar em beneficio do povo, mas é verdade também, que o país é muito grande e a dificuldade para administrá-lo são enormes reagiu a moderada Maria peba.
    
 -Qual é, não, não. Isso não justifica, pois apesar de enorme, o país é dividido em Estados e cada um tem governador, assim como cada Município seu prefeito com  um grande número de bajuladores. Bradou José Raimundo.
     
 Calado e observando o bate boca dos amigos. Antonio me perguntou:
     – E você Gildásio, qual é a sua opinião? O que acha dos políticos?
     – Políticos e eleitores me lembram da história do gato gordo e do rato faminto.
     – Como assim, o que tem a ver? Perguntou Antonio.
     – O gato da história simboliza o político mau caráter  já o rato simboliza o povo. – Respondi a ele, tentando explicar a historia.

 O político e sua gorda conta bancária cabem perfeitamente no papel do personagem simbolizado pelo gordo gato da vizinha. O povo esta simbolizado pelo rato da história, não passando de um brinquedo nas mãos de alguns (nem todos) políticos mau caráter, que não se constrangem em brincar com o dinheiro publico e o destino da população.

O povo, deixado à mercê da própria sorte (tal qual o rato) tenta minimizar o sofrimento enchendo-se de esperança, pois mesmo com dificuldade consegue sobreviver.
     – Então, nesse caso nossa única esperança é um dia soltarmos os cachorros em cima deles! Exclamou o irreverente Fernando.

A risada foi geral. Se em Tucano, Santo Antonio de Jesus ou em sua cidade, tem políticos (gatos), soltem os cachorros neles.

Por Gildásio Cavalcante

 

 

 

 

 
 
 

 


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