Cai a rejeição de João Henrique do PMDB

18 08 2008

 

 

   O site janiolopo.com.br, em parceria com o Instituto de Estudos e Pesquisas (Inesp), dirigido pela socióloga Maria Helena da Silva Rocha, com mais de 20 anos de experiência no setor, concluiu a terceira sondagem do ano sobre a sucessão municipal em Salvador. A pesquisa, uma das mais completas já divulgadas por um organismo especializado no ramo, aponta um quadro favorável ao candidato democrata Antonio Carlos Magalhães Neto, mas mantém no seu calcanhar o ex-prefeito tucano Antonio Imbassahy e apresenta uma ligeira reação de João Henrique (PMDB), candidato à reeleição, sobretudo no quesito rejeição. Em junho, João Henrique tinha um índice de rejeição de 34,6%, que caiu para 26,4% em julho e recuou agora em agosto para 21,9%. A amostra foi realizada entre os dias sete e 10 deste mês e ouviu um universo de 784 eleitores ( mesmo número de entrevistados nas pesquisas anteriores). O documento está registrado no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número 223/08. Sua margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.
  Uma curiosidade: em 2006, o Inesp já apontava a vitória de Jaques Wagner para o governo do Estado, quando os demais institutos a ignoravam por completo.
  No questionário espontâneo, agora em agosto ACM Neto pontuou 20,4%. Em julho passado esse número era de 19,8% e em junho 15,2%. Portanto, o candidato vem numa curva ascendente, como, aliás, já demonstram os resultados de outros institutos. Antonio Imbassahy teve uma pequena variação entre os meses de junho e julho, mas com boa recuperação em agosto. Vamos aos números: neste mês o ex-prefeito cravou 18,4% das intenções de votos (pesquisa espontânea), contra 10,2% em julho e 12,8 em junho. Já João Henrique começou junho com 13,5% em junho, caiu para 9,8% em julho e subiu para 12,5% agora em agosto. Permanece mantendo a terceira colocação, com um detalhe: se distanciando dos dois primeiros melhores situados. Walter Pinheiro (PT) tem reagido nos últimos 90 dias, mas ainda está longe de ser uma ameaça efetiva aos três primeiros prefeituráveis. Em junho, Pinheiro pontuou 3,1% contra 4% em julho e 7% em agosto. Sinal de que há uma tendência ao crescimento nas próximas pesquisas.
  Do Psol, Hilton Coelho não chegou a ter seu nome incluído na pesquisa junho. Em julho ele aparece com menos de um por cento e em agosto com 2,4%. Nesta última entrevista, 16,3% disseram que ainda não têm candidato, 9,2% garantiram que não votarão em ninguém entre os prefeituráveis , 7% estão indecisos entre alguns dos candidatos e 5,6% não sabem em quem votar. (Por Janio Lopo – Editor de Política)


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